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Pré-eclâmpsia: fisiopatologia, diagnóstico e manejo
Resposta rápida Pré-eclâmpsia é definida por hipertensão após 20 semanas de gestação associada a proteinúria ou disfunção de órgão-alvo (renal, hepática, neurológica, hematológica). O diagnóstico exige aferição repetida da pressão arterial (≥140/90 mmHg) e avaliação laboratorial. O manejo depende da gravidade e idade gestacional: desde acompanhamento ambulatorial rigoroso até internação, anti-hipertensivos, sulfato de magnésio (prevenção de eclâmpsia) e antecipação do parto e

Carlos Felipe
28 de nov. de 20244 min de leitura


Isoimunização Rh: fisiopatologia, diagnóstico e manejo clínico
Índice rápido Resposta rápida O que é a isoimunização Rh Fisiopatologia Diagnóstico Manejo clínico Prevenção Resposta rápida Isoimunização Rh ocorre quando uma gestante Rh-negativo desenvolve anticorpos contra o antígeno Rh(D) de hemácias fetais Rh-positivo, geralmente após exposição a sangue fetal (parto anterior, sangramento, procedimentos invasivos). Em gestações seguintes, esses anticorpos podem atravessar a placenta e causar anemia hemolítica fetal (doença hemolítica per

Carlos Felipe
28 de nov. de 20244 min de leitura


Rotura Prematura de Membranas (RPM): causas, diagnóstico e manejo
Índice rápido Resposta rápida O que é a RPM Diagnóstico Riscos Manejo clínico Resposta rápida Rotura Prematura de Membranas (RPM) é a rotura das membranas amnióticas antes do início do trabalho de parto. Quando ocorre antes de 37 semanas, é chamada RPM pré-termo (RPMPT) — o principal risco é infecção (corioamnionite) e prematuridade. O manejo depende da idade gestacional: expectante com vigilância de infecção em prematuridade extrema, versus indução mais próxima ao termo, sem

Carlos Felipe
28 de nov. de 20244 min de leitura


Escore de Milles: avaliação da gravidade da febre puerperal
Resposta rápida O Escore de Milles avalia a gravidade da febre puerperal combinando parâmetros clínicos (temperatura, frequência cardíaca, estado geral) para orientar a necessidade de investigação e conduta mais ou menos agressiva diante de febre no puerpério — ajudando a diferenciar quadros que podem ser observados de quadros que exigem investigação e tratamento imediatos. A febre puerperal é uma complicação pós-parto potencialmente grave, caracterizada por febre persistente

Carlos Felipe
28 de nov. de 20244 min de leitura


Sinais vitais: guia completo para monitoramento clínico
Resposta rápida Os sinais vitais — frequência cardíaca (60-100 bpm em adultos), frequência respiratória (12-20 irpm), pressão arterial (< 120/80 mmHg ideal), temperatura (36-37,2°C) e saturação de oxigênio (≥ 95%) — são a base da avaliação clínica inicial em qualquer contexto. Alterações combinadas (não isoladas) costumam ter maior valor de alerta para descompensação clínica do que um parâmetro alterado isoladamente. Os sinais vitais são indicadores essenciais da saúde de um

Carlos Felipe
28 de nov. de 20244 min de leitura


Plaquetograma: parâmetros avaliados
Índice rápido Resposta rápida O que é o plaquetograma Valores de referência Trombocitopenia Trombocitose Perguntas frequentes Resposta rápida O plaquetograma avalia a contagem de plaquetas no hemograma, com valor de referência geral de 150.000–450.000/mm³. Trombocitopenia (< 150.000) pode ter causas variadas — destrutivas (púrpura trombocitopênica imune), produtivas (falência medular), ou de consumo (CIVD); trombocitose (> 450.000) pode ser reativa (infecção, inflamação) ou p

Carlos Felipe
27 de nov. de 20243 min de leitura
Você não precisa decorar. Precisa achar em 10 segundos.
Toda semana eu mando uma referência clínica pronta pra usar — uma tabela, uma escala ou um cálculo, direto no celular. Sem teoria demais, apenas o que funciona — e que usamos rotineiramente no plantão. Direto ao ponto.
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