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Síndromes tireoidianas na gestação: diagnóstico e manejo clínico
Resposta rápida Disfunções tireoidianas na gestação exigem atenção porque o hipotireoidismo não tratado associa-se a risco de perda gestacional e prejuízo no neurodesenvolvimento fetal, enquanto o hipertireoidismo mal controlado aumenta risco de pré-eclâmpsia e prematuridade. TSH é o exame de rastreio, com valores de referência específicos por trimestre — o manejo deve considerar essas faixas gestacionais, não os valores de referência de não-gestantes. A gestação é um período

Carlos Felipe
2 de nov. de 20245 min de leitura


Bebê gigante ou macrossômico (Bebê GIG): avaliação, diagnóstico, condutas e cuidados obstétricos
Índice rápido Resposta rápida Causas e fatores de risco Diagnóstico e avaliação Complicações associadas Manejo e cuidados obstétricos Perguntas frequentes Resposta rápida Bebê macrossômico (GIG, grande para idade gestacional) é geralmente definido por peso estimado ou ao nascer acima do percentil 90 para a idade gestacional, ou peso absoluto ≥ 4.000–4.500 g conforme o critério adotado. Principais fatores de risco: diabetes gestacional, obesidade materna, ganho de peso excessi

Carlos Felipe
2 de nov. de 20245 min de leitura


Infecção intra-amniótica: compreendendo causas, sintomas, diagnóstico e tratamento
Índice rápido Resposta rápida O que é a infecção intra-amniótica Sinais e sintomas Diagnóstico Tratamento Resposta rápida Infecção intra-amniótica (corioamnionite) é a infecção do líquido amniótico, membranas e/ou placenta, geralmente por ascensão de bactérias vaginais, com maior risco após rotura prolongada de membranas. Sinais clássicos: febre materna, taquicardia materna/fetal, útero doloroso e líquido amniótico fétido — mas o quadro pode ser sutil. O manejo é antibioticot

Carlos Felipe
2 de nov. de 20245 min de leitura


Infecção puerperal: compreendendo causas, sintomas, diagnóstico e tratamento
Resposta rápida Infecção puerperal é a infecção do trato genital após o parto, com febre ≥ 38°C após as primeiras 24h pós-parto sendo o sinal clássico. Causas incluem endometrite, infecção de ferida cirúrgica (cesárea) e infecção urinária. Fatores de risco: cesárea, trabalho de parto prolongado, rotura prematura de membranas. Tratamento: antibioticoterapia de amplo espectro, geralmente combinada, ajustada conforme evolução clínica. A infecção puerperal é uma complicação infec

Carlos Felipe
1 de nov. de 20245 min de leitura


Índice de Bishop: guia completo para avaliação da maturidade cervical e indução de parto
Índice rápido Resposta rápida O que é o índice de Bishop Componentes e pontuação Como interpretar o escore Limitações Resposta rápida O Índice de Bishop avalia a maturidade cervical para indução de parto, somando 0-3 pontos em 5 critérios: dilatação, apagamento, consistência, posição do colo e estação fetal (total 0-13). Escore ≥ 8 indica colo favorável, com maior chance de indução bem-sucedida por via vaginal; escore < 6 sugere colo desfavorável, geralmente exigindo preparo

Carlos Felipe
1 de nov. de 20245 min de leitura


Distócia de ombro: uma complicação obstétrica em bebês de mães com diabetes gestacional (DMG)
Resposta rápida Distócia de ombro é a impactação do ombro anterior fetal atrás da sínfise púbica materna após a saída da cabeça — emergência obstétrica com risco de lesão de plexo braquial e hipóxia fetal. Fator de risco mais associado: macrossomia fetal, frequente em diabetes gestacional. Manejo imediato segue manobras sequenciais (McRoberts, pressão suprapúbica, manobras internas), sem tração excessiva da cabeça fetal, que aumenta risco de lesão. A distócia de ombro é uma c

Carlos Felipe
1 de nov. de 20244 min de leitura
Você não precisa decorar. Precisa achar em 10 segundos.
Toda semana eu mando uma referência clínica pronta pra usar — uma tabela, uma escala ou um cálculo, direto no celular. Sem teoria demais, apenas o que funciona — e que usamos rotineiramente no plantão. Direto ao ponto.
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