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Estreptococos: Tratamento, Patologias e Antimicrobianos Sensíveis

O tratamento padrão para infecções por Streptococcus pyogenes (EBHGA) e Streptococcus pneumoniae em 2025-2026 mantém a penicilina como antibiótico de primeira escolha, com alta sensibilidade universal para S. pyogenes e sensibilidade presumida para isolados de S. pneumoniae sensíveis à penicilina.



Características Gerais


Os estreptococos são bactérias gram-positivas, esféricas, que formam cadeias características. Diferentes espécies causam uma variedade de infecções em humanos, desde infecções de pele leves até doenças invasivas graves como meningite e endocardite.



Tratamento Específíco por Espécie e Patologia


Streptococcus pyogenes (Grupo A, EBHGA)


Penicilina G ou benzatina é o tratamento preferido para faringite e outras infecções, sem relatos de resistência clínica significativa. Cefalexina ou dicloxacilina para infecções de pele se S. aureus não for resistente; clindamicina ou linezolida em suspeita de SARM.



Streptococcus pneumoniae


Isolados sensíveis à penicilina são também sensíveis a ampicilina, amoxicilina, amoxicilina-clavulanato e cefalosporinas; testes de susceptibilidade guiam doses em casos de resistência relativa. Para endocardite por estreptococos viridans (incluindo alguns pneumocócicos), rifampicina pode auxiliar na transição oral.



Outros Estreptococos (Grupos B, C, G e Viridans)


Penicilina, ampicilina ou vancomicina como opções iniciais; cefalosporinas e macrolídeos são eficazes, mas testes de sensibilidade são essenciais em pacientes graves ou imunocomprometidos. Sensibilidade à eritromicina extrapola para macrolídeos.



Opções de Tratamento


Outros beta-lactamases como cefalexina ou cefalosporinas são alternativas eficazes, enquanto macrolídeos (ex.: eritromicina) e clindamicina aplicam-se em casos de alérgia ou resistência local.



Atualizações para 2025-2026


Não há novos antibióticos aprovados ou em fase final específicos para estreptococos sensíveis nos pipelines de 2024-2025, que focam em gram-negativos resistentes (CRE, CRAB, MRSA, P. aeruginosa XDR). Diretrizes CLSI 2025 reforçam a extrapolação de sensibilidade da penicilina para outros beta-lactamases em estreptococos.


Programas de gerenciamento antimicrobiano enfatizam uso racional para evitar RAM emergente em pediatria e neonatologia. Testes de susceptibilidade in vitro orientam terapia em infecções graves; drenagem cirúrgica é adjuvante essencial.



Considerações Gerais


A ausência de resistência à penicilina em S. pyogenes persiste, mas padrões locais devem ser monitorados. É essencial que os profissionais de saúde mantenham-se atualizados sobre as últimas recomendações de tratamento e utilizar testes de susceptibilidade para guiar a terapia antimicrobiana.


O conhecimento aprofundado sobre estreptococos, suas patologias associadas e opções de tratamento é essencial para profissionais de saúde. Com o aumento da resistência antimicrobiana, é crucial manter-se atualizado sobre as últimas recomendações de tratamento e utilizar testes de susceptibilidade para guiar a terapia antimicrobiana.

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